domingo, 17 de janeiro de 2010

Como salvar uma vida...

É a frase que ultimamente não me sai da cabeça...como pode a vida ser tão frágil?


Vivemos cada dia com a certeza de que amanhã estaremos cá "novamente" para realizarmos os planos que a curto e médio prazo fomos idealizando...E quando olhamos para o "vizinho do lado"...já viste? Tem um filho com uma doença muito grave, precisam de um dador compatível...e encontrá-lo é como procurar uma agulha num palheiro...muito difícil...porque a palavra impossível deixa simplesmente de existir...E nessa altura pensamos "Meu Deus, e se fosse eu...ou o meu filho?", que grau de importância teria nesse momento o facto de ter um carro velho e bolas, estava mesmo a precisar de um novo... Pois é...ela foge-nos por entre os dedos, e não sou ninguém para dar conselhos, mas vou dar uma dica que eu própria já segui...se derem um pouco de vocês, seja em que sentido for, pode fazer a diferença e sabem uma coisa? Tenho a certeza que se vão sentir bem...muito bem...Eu já o fiz, e sinto que ainda posso fazer mais. O sorriso de uma criança pode ser uma coisa "viciante" :)  E é nesta altura que me ocorre outra frase "Nunca digas nunca"


"A esperança é a última a morrer!"...ouvi dizer...

Está tudo bem :) é apenas um desabafo de uma incompreendida e inconformista...Tenho os meus acessos de revolta que me fazem zangar com " Aquele" que não deveria deixar sofrer os inocentes...esteja ele onde estiver...se existes, também deve existir o verso da medalha e estou a tentar acreditar que tens aí "alguém" a "tapar-te os olhinhos", ...não deixes...

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